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Title: Campeã do Grupo Especial do RJ será definida nesta quarta-feira
Author: Diário de Riachão
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CARNAVAL 2012   Apuração do carnaval começa às 15h45, na Praça da Apoteose. Neste ano, duas escolas serão rebaixadas ao Grupo de Aces...
CARNAVAL 2012

 

Apuração do carnaval começa às 15h45, na Praça da Apoteose.
Neste ano, duas escolas serão rebaixadas ao Grupo de Acesso A.





A escola de samba campeã do carnaval 2012, no Rio, será conhecida nesta quarta-feira (22). Depois de muitas surpresas na Avenida, as agremiações vivem a expectativa de saber que notas receberam dos 40 jurados. A apuração será às 15h45, na Praça da Apoteose. A apuração terá transmissão da TV Globo e cobertura do G1.

Segundo a Liesa, para cada quesito, serão validadas apenas três notas. A menor será descartada. Em caso de empate, o critério de desempate obedece à ordem inversa à de abertura para a leitura das notas.



Neste ano, duas escolas serão rebaixadas ao Grupo de Acesso A. O Desfile das Campeãs acontecerá no dia 25 de fevereiro (sábado).


No dia 19 de fevereiro se apresentaram, pela ordem, Renascer de Jacarepaguá, Portela, Imperatriz Leopoldinense, Mocidade Independente de Padre Miguel, Porto da Pedra, Beija-Flor e Vila Isabel.

Já a São Clemente, União da Ilha, Salgueiro, Managueira, Unidos da Tijuca e Grande Rio desfilaram no dia 20 de fevereiro (segunda-feira).
A capacidade de público da nova Passarela do Samba aumentou para 72,5 mil lugares. A grande reforma pode ser resumida da seguinte forma: tudo que existe de um lado foi construído do outro, como se fosse um espelho, mas com algumas diferenças. Os camarotes ganharam varanda e ocupam dois andares em cada um dos quatro blocos de arquibancadas e frisas.

Obrigações

Cada escola teve que fazer a dispersão de suas alegorias no tempo máximo de duas horas e meia, contado a partir do término de seu desfile. Ainda de acordo com a Liesa, cada agremiação precisou desfilar com, no mínimo, 2,5 mil componentes, 70 baianas, 200 ritmistas, e cinco a oito carros alegóricos. O não cumprimento acarreta na penalização de 0,5 ponto para cada infração.
O regulamento autoriza o uso de carros acoplados. No entanto, segundo a Liesa, no caso de um deles se separar, fazendo com que seja desrespeitado o limite máximo de alegorias, a agremiação poderá ser punida.
  Saiba o que é avaliado em cada um dos quesitos
Bateria da Novo Império levantou o público no Sambão do Povo (Foto: Weliton Aiolfi/ G1ES)

Bateria
O julgador responsável por este quesito deve estar atento a como a bateria mantém o som em consonância com o samba-enredo, à perfeita união dos sons emitidos por todos os instrumentos e à criatividade e versatilidade da bateria. Não devem ser considerados, entretanto, eventuais panes no sistema de som da avenida, paradas não obrigatórias não feitas e a quantidade de componentes, desde que dentro do limite mínimo de 200 ritmistas.
 
Intérpretes na avenida do samba em Vitória (Foto: Darshany Loyola/G1 ES)

Samba-enredo
Úm dos quesitos que é dividido em dois subquesitos: letra e melodia, que valem de 4,5 a 5 pontos cada um. Quanto à letra, ela  poderá ser descritiva ou interpretativa, sendo que a letra é interpretativa a partir do momento em que contar o enredo, sem se fixar em detalhes. Quanto à melodia, devem ser consideradas as características rítmicas próprias do samba, a riqueza melódica, beleza e bom gosto de seus desenhos musicais e a sua capacidade de facilitar o canto e a dança dos componentes.
 
desfile da Unidos da Tijuca na Sapucaí carnaval rio de janeiro (Foto: Rodrigo Gorosito/G1)


Harmonia
Corresponde ao entrosamento entre o ritmo e o canto. O julgador deve levar em consideração a igualdade do canto do samba-enredo de todos os componentes da escola estando em consonância com o cantor intérprete do samba-enredo e a manutenção de sua tonalidade. O canto do samba-enredo em sua totalidade também deve ser considerado, além da harmonia do samba.
 
unidos da tijuca (Foto: G1)


Comissão de frente
É o primeiro contingente humano, a pé ou sobre rodas – desde que individualmente – que se poderá se apresentar fantasiado. Devem ser considerados o cumprimento da função de saudar o publico e apresentar a escola – é obrigatória a exibição frente às cabines de julgamento – a coordenação, sintonia e criatividade da exibição, as fantasias, que devem ser adequadas ao tipo de proposta da escola. A perda, mesmo que acidental, de parte da indumentária, deve ser penalizada.
 
Vila Isabel (Foto: Rede Globo)


Evolução
É o quesito que verifica a progressão da dança de acordo com o ritmo do samba e a cadência da bateria. Devem ser considerados: a fluência da apresentação, penalizando a eventual ocorrência de correrias ou retrocesso de alas, destaques ou alegorias; a espontaneidade, criatividade, empolgação e vibração dos desfilantes e a uniformidade dos espaçamentos entre alas e alegorias, penalizando a eventual abertura de buracos e penetração de uma ala ou grupo na outra. Não devem ser consideradas aberturas de buracos exigidos pela apresentação, como para o mestre-sala e porta bandeira, comissão de frente, coreografias especiais e colocação e retirada da bateria de seu recuo.
desfile da Porto da Pedra na Sapucaí carnaval rio de janeiro (Foto: Tasso Marcelo/AE)


Enredo
Também dividido em subquesitos: concepção e realização. É a criação artística de um tema ou conceito, a história que a escola quer contar na Avenida. O julgador deve considerar o argumento, ideia geral passada pela escola, o desenvolvimento geral do tema, a apresentação individual das diversas partes, de acordo com o roteiro fornecido no livro "Abre-Alas", a criatividade – sem confusão com ineditismo – a capacidade de compreensão do enredo a partir das fantasias, alegorias e outros elementos plásticos. Devem ser penalizados eventuais desacordos de ordem de alas e alegorias com o roteiro previsto e a ausência de alegorias ou alas previstas no roteiro.
 
desfile do Salgueiro na Sapucaí carnaval no rio de janeiro (Foto: Rodrigo Gorosito/G1)


Conjunto
Corresponde à forma geral integrada com a qual a escola se apresenta. Devem ser considerados a uniformidade com que a escola se apresenta nas diversas formas de expressão – musical, dramática, visual etc. – e o equilíbrio artístico do conjunto.
 
Mangueira (Foto: Rodrigo Vianna / G1)

Mestre-Sala e Porta-Bandeira
O julgador deve estar atento à exibição da dança do casal, que tem passos e características próprias, diferentes do samba. É obrigatória sua exibição diante dos módulos de julgamento. O casal deve estar em harmonia e integrado durante a apresentação, com movimentos coordenados. Deve ser considerada a função do mestre-sala, que é cortejar a porta-bandeira e proteger e apresentar o Pavilhão da Escola, com gestos corteses e elegantes; e da porta-bandeira, que é conduzir e apresentar o Pavilhão da Escola, sem enrolá-lo em seu próprio corpo ou deixá-lo sob a responsabilidade do Mestre-Sala. A adequação e impressão causadas pelas roupas do casal também são consideradas. A perda mesmo que acidental de parte da indumentária deve ser penalizada.
 
desfile da Mangueira na Sapucaí carnaval do rio de janeiro (Foto: Rodrigo Gorosito/G1)


Alegorias e adereços
São os elementos cenográficos que estejam sobre rodas e não estejam sobre rodas, respectivamente. O julgador deve julgar apenas as alegorias e adereços presentes no desfile, considerando sua concepção e adequação ao enredo, transmitindo seu conteúdo, a criatividade, a impressão causada pelas formas e a exploração e distribuição de materiais, os acabamentos, cuidados na confecção e na decoração. Além disso, os destaques e figuras de composição, com suas fantasias, devem ser julgados como parte integrante das alegorias. Deve ser penalizada a presença de objetos estranhos ao desfile e a eventual passagem de geradores integrando as alegorias. O julgador não deve considerar a quantidade de alegorias, desde que respeite o mínimo de cinco e o máximo de oito.
 
Imperatriz Leopoldinense (Foto: Lucíola Villela/G1)


Fantasias
Corresponde a todas as fantasias, com exceção das apresentadas sobre alegorias, da comissão de frente e dos casais de mestre-sala e porta bandeira, consideradas em outros quesitos. O julgador deve estar atento à adequação das fantasias ao enredo, transmitindo seu conteúdo, sua criatividade, utilização, exploração e distribuição de materiais e cores, acabamentos e a uniformidade de detalhes dentro das alas – igualdade de calçados, chapéus e outros complementos, quando essa proposta for nítida. Deve ser penalizada a ausência significativa de chapéus, sapatos ou outras partes da fantasia, quando ficar nítido que sua presença era necessária.
 
Fonte: LiesaG1
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