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Title: Mancha fecha primeira noite com enredo sobre candomblé e humildade
Author: Diário de Riachão
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CARNAVAL 2012  Fundada em 1995, agremiação evocou lições dos orixás. Escola foi a última desfilar e adaptou fantasias para luz do sol....
CARNAVAL 2012 

Fundada em 1995, agremiação evocou lições dos orixás.
Escola foi a última desfilar e adaptou fantasias para luz do sol.


As arquibancadas já não estavam tão lotadas e os holofotes já tinham perdido efeito quando a Mancha Verde começou seu desfile. Sob condições que muitos não consideram ideiais, a última a desfilar na primeira noite do Carnaval 2012 de São Paulo evocou lições do candomblé para defender um enredo sobre humildade.


O enredo “Pelas mãos do mensageiro do axé a lição de Odú Obará: A humildade" era cantado enquanto o público via o sol se levantar na concentração e a escola ocupava a passarela do Anhembi.

A jovem agremiação, fundada em 1995, ainda busca o primeiro título no Grupo Especial. No ano passado, terminou na 4ª posição. Neste ano, ela contou a história de um príncipe que simboliza uma das 16 peças do jogo de búzios.  Odú Obará era um de 16 irmãos príncipes que tinham como missão ensinar aos homens os valores necessários para a vida.



Um dos destaques da escola foi a comissão de frente, que representava os orixás. Integrantes bem ensaiados representavam os orixás e até sua evolução na passarela respeitavam a hierarquia e relações entre os deuses do candomblé.
O abre-alas, que utilizou materiais reciclados, representava o mundo em destruição. A segunda alegoria trouxe "A resposta que vem dos búzios", indicando a importância que o jogo tem no apontamento de caminhos que os homens precisam percorrer para alcançar a plenitude.
A bateria trouxe como rainha Viviane Araújo, que completou o oitavo ano à frente da bateria. Ex-jogadores do Palmeiras, Edmundo e Marcos se emocionaram durante a apresentação da escola da torcida do time.
No terceiro carro, o "príncipe da humildade" está representado. O quarto carro representou os presentes que Olorun deu à humanidade. Para encerrar o desfile, o quinto carro representou "O mundo que Olorun sonhou".


G1
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