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Title: Dilma é citada em delação sobre propina de R$ 50 milhões paga pela Odebrecht, diz revista
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Do R7 Dilma é descrita nos documentos como “Brazilian Official 2”Andre Dusek/Estadão Conteúdo Documentos do Departamento de Just...
Do R7

Dilma é descrita nos documentos como “Brazilian Official 2”Andre Dusek/Estadão Conteúdo

Documentos do Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelados nesta semana, e que integram a papelada sobre o acordo de delação premiada da Odebrecht, causaram perplexidade mundial pela grandeza dos números e, pela primeira, colocar a ex-presidente Dilma Rousseff no centro de um esquema de suborno.

Segundo a papelada, o grupo Odebrecht pagou mais de US$ 1 bilhão (R$ 3,3 bilhões) em propinas a governantes e políticos de 12 países desde 2003. A maior parte desses subornos — US$ 599 milhões ou quase R$ 2 bilhões — foi repassada a autoridades brasileiras, segundo reportagem da revista Isto É, desta semana.

Entre os principais beneficiários estão a ex-presidente Dilma Rousseff. Apesar da fartura de evidências, a mais importante delas as próprias delações dos executivos da empreiteira que já apontavam a sua participação direta nas negociações de propina e caixa dois, a petista insistia em vender uma imagem de política pura e imaculada.

A investigação dos EUA ajuda a desmontar esse discurso. De acordo com a documentação em poder das autoridades norte-americanas, a campanha de Dilma em 2010 foi irrigada com R$ 50 milhões em propinas.

A ex-presidente é descrita nos documentos americanos como a “Brazilian Official 2”. O texto do acordo com a Odebrecht mostra que a fortuna foi negociada pelo então presidente Lula em 2009 junto a Alexandrino Alencar, na época diretor do grupo.

Lula, identificado na papelada como “Brazilian Official 1”, autorizou que Alexandrino acertasse com o ministro da Fazenda Guido Mantega, que nos documentos dos EUA é conhecido como “Brazilian Official 4”, a concessão de benesses para a petroquímica Braskem. A empresa integra o grupo Odebrecht. Mantega, segundo a papelada, disse que atenderia a petroquímica em troca de propina para a campanha de Dilma.

O valor negociado ficou registrado num pedaço de papel: R$ 50 milhões. Os diretores da empresa fizeram os repasses por meio do já proverbial “departamento de propinas” do grupo.
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